De danos estruturais a risco de desabastecimento: um balanço dos estragos das cheias na área da saúde do RS

  • 21/05/2024
(Foto: Reprodução)
A leptospirose e a síndrome respiratória aguda grave são as maiores preocupações das autoridades de saúde neste momento. De danos estruturais a risco de desabastecimento: um balanço dos estragos das cheias na área da saúde do RS Jornal Nacional/Reprodução As cheias do Rio Grande do Sul minaram a infraestrutura de saúde. A Unidade Básica de Saúde que atendia mais de 5 mil moradores da Zona Sul de Porto Alegre agora está irreconhecível. A coordenadora abriu para o Jornal Nacional conhecer e ver a situação lá dentro. Pessoal usando água sanitária para tentar limpar, reaproveitar aquilo que for possível. Ali tem vários curativos, que ainda estão fechados, mas entraram em contato com água, água da chuva, isso tudo fica contaminado. Sala de vacinas, seringa, agulhas e uma geladeira. Uma pena, não sobrou nada. Em um local ficava uma farmácia... Está vazia. Tem bastante água ainda no chão. Muito sujo, úmido. Dá para sentir o cheiro de umidade pelas paredes. Um balanço feito pela Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul revela a dimensão dos estragos provocados pelas chuvas. Os danos estruturais atingem 163 UBSs, nove hospitais, três prontos-socorros, cinco UPAs e 14 farmácias. 37.850 doses de vacinas precisaram ser descartadas ou acabaram levadas pelas enchentes. Seis hospitais têm estoques críticos de insumos e 14, de medicamentos. A leptospirose e a síndrome respiratória aguda grave são as maiores preocupações das autoridades de saúde neste momento. A cidade Venâncio Aires confirmou a morte de um homem, de 33 anos, por leptospirose. É o segundo caso. A Secretária Estadual da Saúde, Arita Bergmann, disse que a prioridade é o atendimento à população. "As necessidades mais urgentes ainda são aquelas que dizem respeito à ampliação do número de leitos para rede hospitalar. De outro lado também, estamos em fase de implantação, de reforço no atendimento de área de saúde mental", diz ela. Nesta terça-feira (21), em Porto Alegre, a ministra da Saúde, Nísia Trindade, anunciou o repasse de mais de R$ 202 milhões para a saúde do Rio Grande do Sul. "O desafio hoje do Rio Grande do Sul não é só um desafio do estado, não é um desafio dos municípios afetados, não é só o desafio de reconstrução de todo o estado, mas é um desafio para o Brasil", diz a ministra. LEIA TAMBÉM Em barracas, carros e debaixo da ponte: população improvisa moradias após cheia do Guaíba em Porto Alegre Bombas da Sabesp para escoar água em pontos inundados entram em operação em Porto Alegre Porto Alegre inicia retomada de aulas na rede municipal após enchentes Água baixa e revela cenário de destruição em Mariante (RS)

FONTE: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2024/05/21/de-danos-estruturais-a-risco-de-desabastecimento-um-balanco-dos-estragos-das-cheias-na-area-da-saude-do-rs.ghtml


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